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    Lar»Tecnologia»Pagamento por foto da íris atraiu meio milhão de brasileiros, com foco na periferia de SP, até ser barrado pelo governo
    Tecnologia

    Pagamento por foto da íris atraiu meio milhão de brasileiros, com foco na periferia de SP, até ser barrado pelo governo

    adminDe admin25 de janeiro de 2025Nenhum comentário11 minutos lidos
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    No entanto, para muitos moradores de São Paulo, uma das cidades dos 18 países onde o projeto atua, ter o olho fotografado era um jeito de ganhar um dinheiro extra: cerca de R$ 600 em criptomoedas (na cotação da última sexta-feira, 24).

    Mas, a partir deste sábado (25), o projeto não poderá mais remunerar quem participar dele, segundo determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) divulgada um dia antes. O órgão é responsável por fiscalizar o cumprimento da Lei Geral da Proteção de Dados (LGPD).

    A ANPD entende que o pagamento “pode interferir na livre manifestação de vontade dos indivíduos”.

    E que essa interferência pode acontecer “especialmente em casos nos quais potencial vulnerabilidade e hipossuficiência (expressão jurídica que se refere à falta de condições financeiras) tornem ainda maior o peso do pagamento oferecido”.

    Os registros da íris dispararam em São Paulo desde o fim do ano.

    Antes focado no Itaim Bibi e nos Jardins, áreas nobres da capital, o escaneamento está agora em bairros como Brasilândia, Cidade Dutra e Cidade Líder, de renda mais baixa.

    Muitas pessoas que o g1 entrevistou em pontos da periferia e também no Centro da cidade não sabiam explicar do que se tratava o protocolo World e nem se havia riscos.

    Fiquei sabendo pelos meus amigos, que divulgaram um aplicativo que estava dando dinheiro. Eu questionei ‘De graça, assim?’ e confirmaram, ‘De graça’. Eu vim pelo dinheiro mesmo. Estou duro. Mas nada é de graça, né?

    — Alex Rodrigo, de 38 anos, que se inscreveu em dezembro

    Por ora, São Paulo é a única cidade no Brasil que participa. Mas a World tem planos de estender o projeto para outras regiões do país muito em breve disse Rodrigo Tozzi, gerente de operações da Tools for Humanity, em entrevista ao g1 no último dia 17.

    A Tools é a empresa responsável pela operação da World, uma iniciativa que tem, entre seus fundadores, Sam Altman, da Open AI — a criadora do ChatGPT (saiba mais ao fim da reportagem).

    Após a decisão da ANPD, a World disse que “está em conformidade com todas as leis e regulamentos do Brasil” e que “relatos imprecisos recentes e atividades nas mídias sociais resultaram em informações falsas para a ANPD”.

    A disparada dos registros

    O boca a boca e as redes sociais fizeram a ideia da oportunidade se espalhar. São muitas as postagens que tratam da “venda de uma foto da íris”, especialmente no TikTok.

    Movimento em ponto de cadastramento da íris em Cidade Líder, no extremo da Zona Leste de São Paulo, na penúltima semana de dezembro de 2024 — Foto: Victor Hugo Silva/g1

    O crescimento meteórico acompanhou a velocidade da abertura de novos pontos de escaneamento: a rede saiu de 10 unidades, em novembro, para 51 na última sexta — um número que não parava de subir.

    A adesão era facilitada pela localização estratégica dos pontos — perto de estações de metrô e trem, além de terminais de ônibus — e à expansão para os extremos da cidade. A maioria das unidades fica fora do Centro expandido da capital.

    “Se a gente pensa numa cidade como São Paulo e o que a gente está propondo é criar uma ferramenta para toda a humanidade, a última coisa que a gente pode fazer é se limitar à Faria Lima”, disse Tozzi, se referindo à avenida que abriga bancos, startups e empresas de tecnologia.

    O crescimento do projeto chamou a atenção da ANPD, que já tinha pedido explicações sobre o procedimento.

    Segundo ela, o dado é codificado, fracionado e guardado por parceiros, incluindo universidades estrangeiras.

    Especialistas em direito digital e tecnologia ouvidos pelo g1 levantaram preocupações com a clareza das informações que são dadas para os participantes — e se eles realmente estão cientes de como o projeto funciona. E sobre o que será feito com os dados no futuro.

    Fácil de fazer, difícil de explicar

    World atraiu atenção de milhares de pessoas ao dar criptomoedas em troca de registro da íris; muitos dos entrevistados pelo g1 não sabe explicar como funciona o projeto e nem se há riscos — Foto: Darlan Helder/g1

    ➡️ Fazer o registro é relativamente simples:

    1. baixar o aplicativo World App, fazer um cadastro que não exige nenhuma informação pessoal e aceitar os termos e a política de privacidade;
    2. escolher local, data e horário para a verificação da íris;
    3. no ponto de verificação, assistir a um vídeo sobre inteligência artificial, privacidade e prova de humanidade;
    4. nesse local são tiradas três fotos (uma do rosto e uma de cada um dos olhos) com a Orb, câmera de alta definição que escaneia a íris;
    5. ainda no local, a pessoa precisa tirar uma selfie dentro do World App, com o celular dela conectado ao wi-fi do projeto; isso é para confirmar que é a dona do celular é a mesma que acabou de fazer as fotos na Orb

    Até esta sexta-feira (24), o participante também deveria informar se desejava receber criptomoedas Worldcoin (o projeto tem sua própria moeda virtual).

    O montante pode variar, mas, na última semana, eram 48 moedas (R$ 615, na cotação de 24 de janeiro); 20 moedas eram liberadas 24 horas após o escaneamento da íris. As outras 28 moedas são distribuídas mensalmente, ao longo de um ano.

    Se o processo para fotografar a íris é rápido, entender o destino dos dados e as implicações disso é desafiador até para quem tem familiaridade com o tema.

    A partir do registro da íris com a Orb, o que acontece, segundo Tozzi, da Tools for Humanity. é:

    1. as fotos viram um código numérico que é criptografado ainda na Orb;
    2. esse código é enviado para o celular da pessoa: ela passa a ser dona dessa “impressão digital”;
    3. o mesmo código é quebrado em vários fragmentos e é armazenado em diferentes servidores de “terceiros confiáveis”.
    4. por fim, ele é apagado da Orb.

    A ideia da World de enviar os códigos fracionados para parceiros é descentralizar essa rede.

    Os “terceiros confiáveis”, que recebem esses dados em pedaços, são as universidades de Berkeley (Estados Unidos) e Erlangen-Nürnberg (Alemanha) e a empresa inglesa de blockchain Nethermind.

    “Cada fragmento é enviado para um servidor diferente de colaboradores. É impossível reconstruir esse código”, disse Tozzi. “Tudo isso é feito para garantir a privacidade, a segurança e que esse processo seja anônimo para todos os usuários”.

    Rodrigo Tozzi, gerente de operações da Tools for Humanity, em entrevista ao g1 — Foto: Fábio Tito/g1

    No entanto, se a World não retém os registros de íris, por que está investindo tanto e pagando para quem aceita participar?

    O plano é ampliar cada vez mais essa rede de “impressões digitais”, ainda que fiquem guardadas (aos pedaços) com os parceiros da World.

    No momento, a iniciativa não tem integração com aplicativos muito conhecidos.

    Futuramente, se empresas, como bancos, e governos entenderem que é uma boa usar a íris como forma de diferenciar humanos e robôs, o projeto estará pronto para prestar o serviço, contando com um banco de dados bastante vasto (as pessoas que já têm suas íris registradas).

    Por exemplo, se uma rede social decide incluir esse modelo como opção de entrada no perfil, em vez de login e senha, ela sabe que já existem milhares de usuários aptos, pelo protocolo World.

    “A infraestrutura está sendo criada para que a solução exista antes da necessidade. Porque, quando a necessidade chegar, talvez seja muito tarde a gente querer construir algo do zero”, afirmou Tozzi.

    Segundo a World, é possível contar com esse tipo de “impressão digital” para para evitar robôs em redes sociais, jogos e aplicativos de bancos e relacionamento, além de deepfakes em chamadas de vídeo e fraudes em programas sociais de governos.

    As críticas dos especialistas

    Para o especialista em tecnologia e inovação Arthur Igreja, a explicação de que os dados dos usuários são fragmentados e armazenados em vários servidores não reduz as preocupações sobre o projeto.

    “Do ponto de vista técnico, esse argumento não faz sentido. O problema central não é onde os dados estão guardados, mas sim os termos de uso e o que será feito com eles no futuro“, afirmou.

    Eles exibem dois vídeos e colocam seu olho no aparelho que eu também não sei o que significa. Eu vou procurar entender, porque foi do nada [que eu vim escanear]. Até agora eu estou viajando

    — Josinaldo Diniz, de 46 anos, que escaneou a íris neste início de ano

    O “termos e condições” e a política de privacidade da World, que aparecem no aplicativo quando a pessoa vai se cadastrar, são documentos longos que tratam sobre tudo ligado à rede, incluindo a carteira digital, os apps integrados ao World App e os pontos de verificação.

    Para Patrícia Peck, advogada especialista em direito digital, esses “termos e condições” contêm cláusulas que podem ser consideradas abusivas e leoninas (que favorecem apenas uma das partes) pela legislação brasileira.

    No documento, a World não garante que os “serviços” serão exatos, completos, confiáveis ou atuais, e adianta que, na medida do permitido por lei, não será responsável por quaisquer danos “indiretos”, “punitivos” e “incidentais” causados ao usuário.

    O texto também isenta a empresa de responsabilidade por “erros, lapsos ou imprecisões no nosso Conteúdo” e até mesmo por “ações dos Operadores da Orb”.

    “Eles se eximem de responsabilidade se houver ataque hacker que altere os dados dos usuários, inclusive se através dos serviços deles o usuário for contaminado por um vírus”, aponta a advogada.

    Em julho, a província de Buenos Aires, na Argentina, multou a World em 194 milhões de pesos (cerca de R$ 1,1 milhão) por concluir que os termos de uso da iniciativa tinham cláusulas abusivas.

    Peck também diz que o aplicativo da World não tem informações claras, o que é exigido pela LGPD. “Não é fácil para uma pessoa comum compreender que está realizando uma transação com criptomoedas. Há uma mistura de idiomas, com trechos em português de Portugal e outros em inglês” (veja abaixo).

    Aplicativo World App apresenta informações em português e em inglês. — Foto: Reprodução/World App

    Rafael Zanatta, diretor da Data Privacy Brasil, organização que atua na área de privacidade, o fato de muitos registrarem a íris sem saber como o projeto funciona é, em si, uma violação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

    “Quando alguém é induzido a fazer algo sem ter a liberdade e a capacidade de entender plenamente o que está cedendo, isso pode ser caracterizado como um vício de consentimento”, avaliou.

    Yasmin Curzi, pesquisadora do Karsh Institute of Democracy da Universidade de Virgínia (EUA), destacou que a íris é um dado ligado à identidade das pessoas.

    “O corpo humano não pode ser mercantilizado justamente para proteger pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica”, afirmou Yasmin.

    Câmera Orb, que captura a íris dos olhos. — Foto: Fábio Tito/g1

    Quem está por trás da World?

    A World é administrada pela World Foundation, organização sem fins lucrativos que se define como gestora, e não dona, da iniciativa. Mas o projeto foi criado pela Tools for Humanity, que, hoje, diz colaborar desenvolvendo o aplicativo World App e fabricando as câmeras Orb.

    Tanto a World quanto a Tools for Humanity foram fundadas por Alex Blania, CEO das duas entidades, e Sam Altman, CEO da OpenAI (dona do ChatGPT).

    E quem financia? A World Foundation levantou US$ 115 milhões (R$ 680 milhões, na cotação atual) em sua rodada de investimento mais recente, de maio de 2023, com a participação das empresas de capital de risco Blockchain Capital, Andreessen Horowitz, Bain Capital Crypto e Distributed Global.

    A World conta com “operadores parceiros” para abrir os pontos de escaneamento da íris, isto é, pessoas que se dispõem a alugar imóveis para atender usuários, num modelo parecido com o de franquias. Esses parceiros são pagos com a ajuda dos investidores.

    Alex Blania e Sam Altman, fundadores da Tools for Humanity, empresa que opera projeto da Worldcoin — Foto: Business Wire via AP

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