Segundo o jornal, o Google disse em um e-mail para funcionários que vai seguir com equipes diversas em seus escritórios, mas deixará de definir objetivos para ampliar a representatividade na empresa.
“Continuaremos a investir em estados nos EUA e em muitos países globalmente, mas, no futuro, não teremos mais metas ambiciosas”, afirmou a empresa, no comunicado.
Ainda de acordo com o WSJ, a Alphabet, controladora do Google, divulgou nesta quarta um relatório em que omitiu a declaração de que estava “comprometida em tornar a diversidade, equidade e a inclusão parte de tudo o que fazemos”.
A empresa também informou que está avaliando se continuará a divulgar relatórios anuais de diversidade, como faz desde 2014.
Procurado pelo g1, o Google afirmou que está comprometido em “criar um local de trabalho onde todos os nossos funcionários possam ter sucesso e oportunidades iguais” e que, no último ano, tem “revisado nossos programas criados para nos ajudar a chegar lá”.
“Nossos times também estão avaliando as mudanças exigidas após decisões judiciais recentes e ordens executivas sobre este tópico”, completou a companhia.
Em memorando para funcionários, a Meta disse que a Suprema Corte dos EUA “tomou decisões recentes sinalizando uma mudança na forma como os tribunais abordarão a DEI [política de diversidade, equidade e inclusão]”.
“O termo ‘DEI’ também se tornou carregado, em parte porque é entendido por alguns como uma prática que sugere tratamento preferencial de alguns grupos em detrimento de outros”, acrescenta o texto.
Segundo a Reuters, a Amazon anunciou em dezembro que estava “encerrando programas e materiais desatualizados” sobre representatividade. A empresa manteve referências sobre diversidade em seu site, mas removeu a declaração de que “diversidade, equidade e inclusão são boas para os negócios”.
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