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    Turismo

    Os brasileiros que ganham de R$ 4 mil a R$ 46 mil para trabalhar em cruzeiros 'sem folga e férias': 'Comprei apartamento e conheço 72 países'

    adminDe admin18 de março de 2025Nenhum comentário11 minutos lidos
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    Tudo mudou após Neil voltar de um estágio de um ano em uma rede de hotéis nos Estados Unidos.

    A experiência fez com que ele, turismólogo de formação, ficasse ainda mais apaixonado pela possibilidade de conhecer novas culturas.

    Mas viajar pelo mundo exigia dinheiro, e foi então que surgiu a possibilidade de trabalhar a bordo.

    “Um dia, minha mãe estava lendo jornal e viu um anúncio sobre vagas de trabalho em uma empresa que fazia cruzeiros. Ela deixou em cima da minha cama e eu pensei: por que não tentar?”, conta.

    Em janeiro de 2015, Neil fechou seu primeiro contrato de oito meses para trabalhar na equipe de animação de um cruzeiro da empresa Royal Caribbean, com mais de 6 mil passageiros.

    Desde então, já se foram mais de dez contratos em oito tipos diferentes de navios.

    “A primeira vez que embarquei, eu não sabia o que esperar, não fazia ideia de que o navio era praticamente uma cidade. Fiquei impressionado com a operação”, lembra Neil, que completa dez anos trabalhando em cruzeiros em 2025.

    ‘Conheço 72 países e comprei meu apartamento’

    A vida a bordo foi a maneira que Neil encontrou para conhecer vários países sem gastar muito.

    “Fiz temporadas no Caribe, na Europa, Brasil, Austrália, países nórdicos. Visitei locais que jamais visitaria se não fosse pelo meu trabalho”, conta.

    Com o tempo, ele percebeu que o trabalho em alto-mar também poderia lhe proporcionar uma carreira de sucesso.

    Em 2021, após cinco anos trabalhando na equipe de animação, Neil foi promovido a gerente de atividades. Dois anos depois, recebeu uma nova promoção e se tornou diretor assistente de cruzeiros.

    Ele é responsável por coordenar o entretenimento de um dos maiores navios do mundo.

    “É uma operação gigantesca, entre planejar, executar e ainda subir no palco como comunicador. Hoje eu cuido desde a organização de bingos até espetáculos da Broadway”, afirma Neil, que tem como objetivo se tornar diretor de cruzeiro.

    “Quero fazer carreira e continuar crescendo profissionalmente. Trabalhar a bordo me deu a oportunidade de pagar por vários sonhos que eu tinha. Me permitiu conhecer 72 países e conquistar meu apartamento”, destaca.

    Salários podem chegar a R$ 46 mil

    Funções na cozinha e no restaurante são as que oferecem mais vagas em cruzeiros — Foto: Getty Images via BBC

    A parte financeira é um dos principais atrativos destacados por quem trabalha em cruzeiros — o que envolve funções diversas, desde a faxina a apresentações de música.

    Segundo Marcelo Del Bel, recrutador-chefe da Infinity Brazil, uma das principais agências de recrutamento para cruzeiros na América do Sul, os salários são pagos em dólar e variam de US$ 700 a US$ 8 mil (R$ 4 mil a R$ 46 mil na cotação atual), dependendo da vaga e da empresa.

    A média salarial gira em torno de US$ 1,2 mil (cerca de R$ 6,9 mil) para trabalhar na cozinha e restaurante, as funções com mais vagas.

    Os custos de vida dentro do navio também são baixos, uma vez que acomodação e alimentação são fornecidas gratuitamente pelas empresas, além de outros benefícios como academia e lazer.

    “A pessoa vai gastar basicamente com bebida no bar, internet, se quiser, ou com produtos para consumo próprio, como shampoo e sabonete. Mas o preço para os tripulantes é infinitamente menor do que o cobrado dos passageiros do navio”, afirma Del Bel.

    Entretanto, ele destaca que pessoas que buscam esse trabalho tendo como grande motivação conhecer outros países podem acabar se frustrando.

    “Não é sempre que a pessoa vai poder descer no porto. Há regras de segurança que estipulam que 30% da tripulação precisa ficar no navio quando ele atraca”, explica Del Bel.

    O recrutador destaca também a importância do planejamento financeiro, já que funcionários de cruzeiros costumam trabalhar por contratos de seis a oito meses.

    Quando um contrato acaba, é comum ficar cerca de dois meses esperando o início do próximo — e, nesse intervalo, não há salário.

    ‘Quero juntar R$ 1 milhão e viver de renda’

    ‘No cruzeiro, as pessoas pedem música, jogam rosas no palco, tratam a gente como celebridade’, diz o músico Luca Alves, que se sente mais valorizado tocando em navios — Foto: Arquivo pessoal via BBC

    Foram as vantagens financeiras que fizeram com que o músico Luca Alves, de 28 anos, decidisse mudar os planos profissionais para trabalhar a bordo, em 2021.

    Na época, ele se preparava para fazer um mestrado no exterior, quando um amigo falou sobre uma vaga para tocar como guitarrista na banda de um cruzeiro.

    Inicialmente, Luca recusou, mas, após pesar os prós e contras, resolveu arriscar.

    “Não ia precisar pagar aluguel, eu teria um público sempre presente me assistindo tocar, além de ganhar em dólar”, diz Luca.

    Em menos de um mês, o músico fez os cursos exigidos pela empresa, tirou o visto e embarcou para o primeiro contrato, ganhando um salário mensal de cerca de US$ 2,5 mil (R$ 14,3 mil).

    “Foi a primeira vez que saí da casa dos meus pais. Saí de lá para viver no meio do oceano”, conta Luca, que no fim de abril embarca para o sexto contrato a bordo e hoje já não pensa mais em ter uma carreira acadêmica.

    “Pretendo ficar pelo menos mais uns dez anos trabalhando a bordo, juntar dinheiro e conhecer o mundo. Quero juntar R$ 1 milhão, ter o máximo investido, e viver de renda“, afirma.

    Atualmente, Luca é diretor musical de um trio de jazz e ganha aproximadamente o dobro do que recebia no primeiro contrato.

    Apesar de o salário ainda ser o principal motivo para trabalhar em cruzeiros, ele diz que se sente mais valorizado dentro dos navios.

    “A gente vê muitas pessoas emocionadas, cantando as músicas que a gente toca, dançando. É muito diferente do trabalho em terra, onde o público nem sempre está interessado”, conta Luca.

    “No cruzeiro, as pessoas pedem música, jogam rosas no palco, tratam a gente como celebridade.”

    Ele também relata ter uma rotina diferente da maioria dos tripulantes, que trabalham sete dias seguidos, sem folga.

    “Antes de embarcar, a gente ensaia por uma semana em um estúdio em Nova York. Quando chega no navio, o trabalho é sempre à noite, fazendo, em média, cinco shows [por dia, de 45 min cada] em uma escala 6 x 1”, destaca.

    ‘Não tem folga, feriado ou férias’

    Jornadas de Yasmin Stampe são imprevisíveis e podem chegar a 14h — Foto: Arquivo pessoal via BBC

    O trabalho marítimo, como o realizado em cruzeiros, é regulamentado por tratados internacionais.

    De acordo com a Convenção sobre Trabalho Marítimo (MLC 2006), um tripulante pode trabalhar, no máximo, 14 horas por dia e deve ter 77 horas de descanso na semana.

    De acordo com Del Bel, é preciso estar ciente de que as jornadas de trabalho a bordo são intensas e que a rotina é diferente de um trabalho de carteira assinada.

    “A pessoa não vai ter folga, nem feriado, nem 30 dias de férias. Na maioria das funções, ela vai trabalhar em média 10 horas por dia, 7 dias na semana”, explica.

    No caso de Yasmin Stampe, de 26 anos, que há três anos trabalha como guia de excursões em cruzeiros, as jornadas diárias chegam a 14 horas e muitas vezes são imprevisíveis.

    “Diferente de quem trabalha na cozinha, não tenho uma rotina fixa. Não sei que horas vou trabalhar semana que vem e nem quais passeios vou fazer”, afirma Yasmin.

    “Meu dia depende das excursões que os passageiros escolhem, e eu me organizo a partir disso.”

    Isso também significa que em alguns dias ela trabalha mais, em outros menos.

    Além disso, Yasmin não tem folgas durante os meses de contrato: são pelo menos sete meses ininterruptos a bordo, podendo chegar a nove quando a temporada é fora do Brasil.

    Mesmo com o ritmo intenso, a guia de excursões vê vantagens: “A maior delas é poder viajar pelo mundo sendo paga para isso”.

    “Claro que não é como se eu estivesse de férias. Mas, mesmo com horários restritos, dá para sair do navio e conhecer vários países”, continua Yasmin, que quer juntar dinheiro para morar fora do Brasil.

    “Nunca foi um sonho trabalhar a bordo, mas foi uma forma que encontrei de me preparar financeiramente para morar fora. Em um trabalho tradicional, como eu tinha, eu não conseguia juntar dinheiro. Gastava muito com plano de saúde, alimentação e moradia.”

    Sem privacidade e vida longe da família

    Apesar de trazer inúmeros benefícios, a vida a bordo requer renúncias. Yasmin destaca a privacidade, algo que ela afirma ter perdido morando em um navio.

    “Sempre tem gente em todos os lugares, o tempo todo. E você divide tudo, inclusive a cabine em que dorme, na maioria dos casos. As pessoas não costumam respeitar o seu espaço”, diz ela.

    Para Neil, trabalhar em cruzeiros significou perder momentos importantes com a família e amigos.

    “O Natal de 2024 foi o primeiro que passei no Brasil em dez anos de trabalho a bordo”, diz ele.

    Já Luca conta que, por ficar meses no navio, acabou se afastando de muitas pessoas e projetos que fazia no Brasil.

    “Perdi muito contato com os alunos que tinha e com as bandas em que tocava, porque saí para trabalhar a bordo e alguém assumiu meu lugar. Isso é normal, mas sinto falta dessa conexão”, destaca.

    Como uma forma de se conectar com as pessoas, ele passou a produzir conteúdos para as redes sociais.

    Hoje, ele tem um canal no Youtube com mais de 230 mil inscritos, além de perfis no TikTok e no Instagram, onde fala sobre como é trabalhar em cruzeiros e viver em um navio. Alguns de seus vídeos chegam a mais de 16 milhões de visualizações.

    Neil tem o objetivo de se tornar diretor de cruzeiro, mas reconhece que carreira exige renúncias pessoais — Foto: Arquivo pessoal via BBC

    Mercado de cruzeiros está em expansão

    No mundo, o setor de cruzeiros mostra uma tendência de crescimento contínuo.

    Segundo dados da Cruise Lines International Association (Clia), um total de 20,4 milhões de pessoas viajaram em cruzeiros em 2022.

    Esse número foi superado em 2023, quando 31,7 milhões de viajantes foram registrados. Para 2024, a previsão era de 34,7 milhões.

    Além do número de passageiros, a quantidade de cruzeiros também vai aumentar. A previsão da Clia é que 56 novas embarcações sejam lançadas até 2028, quando o número de viajantes deve atingir 40 milhões.

    O Brasil é considerado um mercado em expansão neste setor. Segundo estudo da Clia em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), na temporada brasileira de 2023/2024, nove navios percorreram 15 destinos no Brasil.

    Foram transportados um total de 844.462 viajantes, maior número da série histórica iniciada em 2004/2005.

    Na temporada 2023/2024, a indústria de cruzeiros injetou um recorde de R$ 5,2 bilhões na economia brasileira e gerou 80.311 empregos. Isso representa um resultado 0,94% superior ao apurado na temporada anterior. Do total de postos de trabalho, 1.572 foram de tripulantes brasileiros.

    Apesar dos números positivos, o Brasil ainda está distante de outros mercados, como o Caribe e o Mediterrâneo, já consolidados no setor de cruzeiros.

    Só em 2023, O Caribe recebeu 12,9 milhões de viajantes, enquanto o Mediterrâneo teve 5,5 milhões.

    O que é preciso para trabalhar a bordo?

    Para trabalhar a bordo, normalmente é preciso passar por um processo seletivo que inclui análise de currículos e entrevista, feita em inglês.

    “É o idioma que o tripulante vai falar no navio, então, precisa ter inglês avançado ou fluente”, afirma Del Bel.

    Além do domínio da língua, outro requisito é ter pelo menos 18 anos — algumas companhias exigem mínimo de 21 anos.

    Cumprindo os requisitos da vaga, o candidato deve se cadastrar no site das agências de recrutamento ou das próprias empresas de cruzeiros.

    O processo seletivo pode durar de um a seis meses. Esse período inclui a análise do currículo e, dependendo da vaga, cerca de uma ou duas entrevistas.

    Se o candidato for aprovado e aceitar a vaga, começa o chamado procedimento de embarque, o que inclui tirar passaporte, visto, fazer exames médicos e curso de segurança.

    “Algumas empresas arcam com gastos, outras não. E o deslocamento até o porto de embarque é pago pela companhia”, explica o recrutador da Infinity Brazil.

    Tripulantes precisam obter um tipo específico de visto para trabalhar a bordo, dependendo do porto de embarque e da rota do navio.

    Del Bel explica que a maioria das empresas pede o visto C1/D dos Estados Unidos, porque os tripulantes fazem escala em portos americanos frequentemente.

    O recrutador destaca que o bom momento deste mercado tem impulsionado a demanda por trabalhadores.

    “É um setor em franco crescimento, que tem lançamentos de navios todos os anos. As companhias estão sempre precisando de gente, principalmente em vagas como restaurante, limpeza e atendimento ao público.”

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