Aplicativo foi removido das lojas no dia 18 de janeiro de 2025 devido a uma lei que exige que a ByteDance, dona da rede social, venda o TikTok ou enfrente banimento nos EUA. Presidente Donald Trump adiou a aplicação da legislação após assumir o cargo.
TikTok tenta nova estratégia para não ser banido dos EUA — Foto: Dado Ruvic/Illustration/Reuters
O TikTok voltou às lojas de aplicativos da Apple (iPhone) e do Google (Android) nos Estados Unidos nesta semana depois de ficar indisponível para downloads por quase um mês.
Mesmo assim, o aplicativo continuou indisponível nas lojas de aplicativos da Apple e do Google até esta semana.
O TikTok há muito enfrenta problemas nos EUA, com o governo dos EUA alegando que sua propriedade chinesa e acesso aos dados de milhões de americanos o tornam um risco à segurança nacional.
O TikTok negou as alegações de que compartilhou dados de usuários dos EUA a pedido do governo chinês e argumentou que a lei que exige que ele seja alienado ou banido viola os direitos da Primeira Emenda de seus usuários americanos.
Durante o primeiro mandato de Trump, ele apoiou a proibição do TikTok, mas depois mudou de ideia, alegando que tinha um “ponto quente” para o aplicativo.
Desta vez, o CEO do TikTok, Shou Chew, estava entre os participantes da cerimônia de posse de Trump, em 20 de janeiro de 2025.
Os compradores em potencial incluem o magnata do setor imobiliário Frank McCourt, o investidor do Shark Tank Kevin O’Leary e o popular YouTuber Jimmy Donaldson, também conhecido como MrBeast.
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