Na mesma semana em que os EUA anunciaram um programa de US$ 500 bilhões para o desenvolvimento de Inteligência Artificial, a empresa chinesa surpreendeu o mundo com um modelo tão eficiente quanto o americano, mas quase 20 vezes mais barato.
Dias depois de o governo dos EUA anunciar investimentos de até US$ 500 bilhões em Inteligência Artificial com gigantes de tecnologia, um nome vindo do outro lado do planeta abalou as big techs: DeepSeek. A procura pelo aplicativo chinês de inteligência artificial bateu recordes – e fez as empresas de tecnologia dos EUA perderem US$ 1 trilhão em valor de mercado em apenas um dia.
O DeepSeek foi considerado uma “surpresa” pelo setor, já que diz ter precisado de US$ 6 milhões para desenvolver sua ferramenta de IA, valor bastante inferior aos US$ 100 milhões gastos pelas empresas dos EUA para desenvolver mecanismos semelhantes.
Para entender como o DeepSeek surgiu, quem está por trás dele, o que ele tem de diferente e como ele reacende uma corrida tecnológica entre as duas principais potências mundiais, Natuza Nery conversa com Pedro Burgos, jornalista, consultor de inteligência artificial e professor do Insper.
O que você precisa saber:
DeepSeek: a corrida espacial do séc. 21
Logo do Deepseek — Foto: Dado Ruvic/Reuters



